Você já utilizou algum serviço de inteligência artificial? Provavelmente, sim, ou vai usar em breve. De acordo com pesquisa global feita pelo Google em parceria com a Ipsos, o Brasil está entre os países que mais recorrem a essa ferramenta tecnológica. Em 2024, 54% dos brasileiros declararam ter utilizado IA generativa, enquanto a média mundial foi de 48%.
Na comunicação, quando utilizado com estratégia e consciência, esse recurso pode ser um aliado no processo de criação, tomada de decisão e gestão de tempo. Com aplicativos para diferentes áreas– de produção de imagens a revisão de textos – a IA pode agilizar processos e liberar os profissionais para se dedicar ao que interessa: criar!
“O segredo da IA está no uso consciente. Ela não vai substituir o olhar humano, vai apenas oferecer algumas ferramentas que podem ser usadas de forma estratégica para transformar o negócio”, explica a CEO da Farol Conteúdo Inteligente, Guaíra Flor.
A IA pode sugerir pautas a serem trabalhadas, estruturar argumentos, revisar conteúdos e até oferecer novos formatos para explorar ideias de forma rápida e eficiente. Mas é preciso lembrar: a IA não substitui o olhar crítico, a curadoria e a capacidade de análise que só os profissionais de comunicação podem oferecer. “Um conteúdo só é relevante quando carrega propósito, contexto e voz, e isso depende de experiências verdadeiras, de conhecimento real”, acrescenta Guaíra.
Confira três dicas práticas para aproveitar o potencial da inteligência artificial na comunicação:
- Use a IA para ganhar agilidade, mas revise sempre
A IA pode reduzir significativamente o tempo de produção de um conteúdo. E isso libera tempo para outras atividades estratégicas. Mas atenção: a revisão humana é indispensável! A IA pode cometer deslizes, especialmente ao citar dados ou contextos históricos. Sempre verifique as informações antes de publicar.
- Recorra à IA para destravar a criatividade
Nos dias em que as ideias parecem não fluir, a IA pode ajudar a desbloquear o processo criativo. Ela pode sugerir títulos, ganchos para introduções, variações de abordagem e até formatos alternativos para um mesmo tema. Isso não substitui o olhar do redator, mas oferece um ponto de partida. A dica é: use como inspiração, nunca como produto final.
- Conte com a IA para sugerir melhorias no texto, não para decidir por você
É possível pedir à IA sugestões de ajustes, fluidez e estrutura. No entanto, é importante não delegar completamente essa etapa. A ferramenta ainda apresenta limitações: pode preferir frases longas, repetir estruturas ou aplicar correções inadequadas. Utilize como apoio, mas mantenha o controle sobre o estilo, a coerência e a adequação ao seu público.
A inteligência artificial pode, sim, facilitar (e muito) a rotina de quem trabalha com comunicação. Mas é o uso responsável e bem direcionado que faz toda a diferença nos resultados.
Veja aquimais dicas da CEO da Farol, Guaíra Flor, sobre uso consciente da IA.
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